“É a vida doida, a vida vidinha. Luto de um lado, celebração festiva do outro, dor, prazer, alegria, tristeza, desânimo, estresse e o pardalzinho ciscando em cima do muro e a relva orvalhada, o coração faminto pela beleza.
Não se acabam: o desejo de um rosto, uma voz, uma comida especial, o medo da morte, o pensamento de como deve ser a cara de Deus, culpa, desolação e consolação. Tudo simultâneo no planeta, mais a crença e a descrença de que quem nos criou, nos ama e nos aguarda com a mesa posta. E tudo o que não disse e que não cabe aqui. O mistério.”
Adelia Prado
SAISSÁ
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Que mês não se sabe de 1362, escoltado por um bando de macacos, quando
Carnivaldo de Bezerros desembrenhou da Zona da Matta e veio desbaratando
sozinho e...
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