Não menospreze ter sido religioso; investigue plenamente como teve um genuíno acesso à arte.
Não é possível, exatamente com ajuda de tais experiências, explorar com maior compreensão enormes trechos do passado humano? Não foi precisamente neste chão, que às vezes tanto lhe desagrada, no chão do pensamento impuro, que medraram muitos dos esplêndidos frutos da cultura antiga?
É preciso ter amado a religião e a arte como a mãe e a nutriz – de outro modo não é possível se tornar sábio. Mas é preciso poder olhar além delas, crescer além delas; permanecendo sob o seu encanto não as compreendemos.
Nietzsche
SAISSÁ
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Que mês não se sabe de 1362, escoltado por um bando de macacos, quando
Carnivaldo de Bezerros desembrenhou da Zona da Matta e veio desbaratando
sozinho e...
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